terça-feira, 18 de agosto de 2009

com toda cautela na cozinha.


Ando pisando em ovos ultimamente, fazendo possível pra não quebrar um e derramar a clara transparente e quente pela minha pele. To dosando os temperos para não exagerar demais em nada e não ter consequêcias ruins depois, ando seguindo a receita do chef. Tudo minuciosamente planejado com cuidado, esperando aquele prato maravilhoso no final, que deixará todos felizes. Mas, teimosa como sou, quando quero acabo jogando as cegas os ingedientes nas panelas, colocando tempero onde acho que devo, organizando os pratos como acho que devem ser, não me preoucupo com o resultado, nem com o agora, é só para me satisfazer. Quando eu quero eu esmigalho os ovos, faço derramar as claras por horas sobre mim, sabendo que estou errada, querendo controlar a situação, mas espeando que o chef venha e me de sua mão. Não foi isso que me ensinaram, mas é isso que eu quero ser as vezes.

domingo, 9 de agosto de 2009

Mais uma vez - Marisa Monte




Mais uma vez

Eu vou te deixar
Mas eu volto logo pra te ver
To com saudades do meu coração
Mando notícias de algum lugar

Eu sei que muitas vezes te fiz esperar demais
Mas, mesmo na distância o meu pensamento voa longe demais
Fico imaginando você
Na solidão
Quando vou deitar penso em você
Em seu quarto, dormindo

Ah!
Longe de você meu bem
Longe da alegria
Longe de você meu bem
Longe do nosso lar, mais uma vez.

domingo, 28 de junho de 2009

não tem como encarar de outra forma.

Não se assuste com palavras ditas da boca pra fora, elas não são novas armas inventadas parar acabar com a sua vida. Elas são relances de falta de pensamento ditas para acabar com o seu dia.

Lunna de Araujo

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Em um lugar chamado "encontrei"

Se todos os dias da vida se resumissem apenas aquela tarde já seria o suficiente.
Mas, pra que é que resumir se ela foi apenas fração, da história mais bela já vista pela humanidade? Parece insanidade?

Foi o melhor conto real entre os outros de "fada" que já se passaram pelas minhas mãos. Jeans velho, tênis do ano passado, a camiseta curinga, e sem idéias sobre o que fazer (mas quem precisa de idéias?); a perfeição passou longe.

Longe pra quem não entendeu, a simplicidade de tudo desbanca qualquer fada madrinha, fada tia, ou qualquer uma outra. Afinal elas não podem transformar olhares, criar sorrisos, muito menos, fazer brotar sentimentos.
É história pra contar pra gerações que queiram saber como decifrar corações simples


(...)


olha, achei esse texto pelos rascunhos das minhas coisas, com certeza falta mais, mas com certeza eu perdi. :/
Se um dia eu achar, ou resolver continuar de um outro jeito, eu volto aqui pra edita-lo. ^^

Lunna de Araujo

sábado, 20 de junho de 2009

Vermelho - Vanessa da Mata




"vermelhos são seus beijos (quase que me queimam). Que meigos são, seus olhos."

só pra voar.


Dessa rotina não mudaria nada, odiava mostar que seria capaz de querer algo mais quando ele mesmo havia decidido que era aquilo e pronto.
Todos olhavam pra ele com aquele ar de admiração por viver daquela maneira tão definida e tão organizada. No livro que ele escrevia não haviam lugares para letras fora da margem ou anotaçõs de rodapé. Se saísse da linha, ninguém notaria, ele mesmo faria questão de apagar.

As asas começaram a aparecer assim de repente, ele fazia de tudo pra esconder. Porque elas surgiram? ele nunca as quis, pensava.
Mas quem sabe elas não estiveram sempre alí? comprimidas, renegadas e podadas, e em uma dessas brechas e dessas fugidas de linha elas conseguiram enfim se libertarem; agora já era tarde pra tentar esconder algo nunca notado antes.
Era como um novo olho nascendo, todos perceberiam um dia. Mas até lá esconderia elas com o casaco de sua vida e com as faixas da sua rotina.
Nunca saberia o real motivo daquilo, mas talvez elas estariam alí apenas para que ele voasse.


Lunna de Araujo

os sapiens.

criaturas são geradas pós expressão do instinto. Coisa carnal, coisa selvagem.

domingo, 7 de junho de 2009

te ver.

te ver e não te querer, é improvável é impossível.
te ter e ter que esquecer, é insuportável a dor. Incrível.



^^


Skank

terça-feira, 2 de junho de 2009

Quantas voltas o mundo dá.

Hoje foi você, amanhã já não é mais, um ciclo tem seu inverso. Então, porque não pensar que o inverso pode fazer você tropeçar? E porque querer fazer outra pessoa tropeçar sem razão? só pra ter o prazer de ve-la lá na mesma situação que você gostaria que a pessoa que lhe fez sofrer estivesse?
Se hoje você paga com a mesma moeda, amanhã alguém lhe da o troco, e o que é o troco? é o que você deve a alguém por algo que lhe deu a mais. Seria o troco então uma gorjeta ou gratificação? Gostaria de viver de gorjeta?
Se você não sabe lhe dar com vida então não se meta com ela, principalmente se for com vida de outros. As vidas dos outros não são suas, elas não lhe pertencem a ponto de decidir por elas e nem são objetos que você faz o que bem entender. E como tudo que vai volta, um dia a sua vida pode estar nas mãos de alguém. Já pensou?
Não se canse nem desgaste de pessoas, lugares, sentimentos. Nada disso é renovável, tudo isso tem volta, e um dia tudo isso também acaba, e a unica opção que resta é ficar sem escolhas. Ficar sem escolhas, é opção? Já cansou de fazer opção? De fazer troca? É, quem troca de pessoas um dia perde o arsenal.
Esse mundo da voltas, é como dominó disposto em pé na forma de um círculo, um dia todos estão de pé, mas um dia todos também cairão.


Lunna de Araujo

segunda-feira, 1 de junho de 2009

(dessa vez é necessário ^^ ) Tradução - Polly


Polly quer um biscoito
Acho que vou arrancar dela primeiro
Acho que ela quer água
Para apagar a chama

Não sou eu?
Sente-se
Deixe-me limpar
Suas asas sujas
Deixe-me dar uma volta
Corte-se
Eu quero ajuda
Vou me divertir
Tenho um pouco de esperança
Você foi avisada
Eu te prometi
Tenho que ser verdadeiro
Deixe-me dar uma volta
Corte-se
Ela quer ajuda
Vou me divertir

Polly quer um biscoito
Talvez ela queira comer mais
Ela pediu para que a solte
Uma caçada seria legal

Polly disse
Diz que suas costas doem
Ela está tão chateada quanto eu
Ela me pegou desprevenido
Isso me surpreende
O instinto de sobrevivência

#clara#


Nirvana